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México: Denúncia de "execuções arbitrárias" provoca demissão do chefe da Policia Federal

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México: Denúncia de "execuções arbitrárias" provoca demissão do chefe da Policia Federal

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O governo mexicano decidiu destituir o chefe da Polícia Federal, Enrique Galindo, na sequência da divulgação recente de um relatório da Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), que denuncia abusos graves por parte da polícia numa operação num rancho na região de Michoacan, em maio de 2015.

A investigação da comissão concluiu que a Polícia Federal mexicana “executou arbitrariamente” 22 alegados membros de um gangue de tráfico de droga.

Em conferência de imprensa, o ministro da Administração Interna, Miguel Ángel Osorio Chong explicou que “há luz dos acontecimentos recentes e por instruções do presidente, o comissário geral da polícia Enrique Galindo foi removido do seu posto. Isso acontece com o objetivo de facilitar o trabalho das autoridades competentes na condução de uma investigação àgil e transparente aos olhos dos cidadãos”.

Na operação policial morreram 42 suspeitos e um polícia. As autoridades terão disparado cerca de 4000 munições num primeiro assalto lançado a partir de um helicóptero e, ainda segundo o relatório da comissão dos direitos humanos, a polícia moveu corpos e plantou armas para encobrir os crimes; 15 civis morreram em circunstâncias não esclarecidas; dois corpos foram queimados e outros dois suspeitos foram torturados sob custódia policial

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