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Clima: China e Estados Unidos ratificam Acordo de Paris

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De  Luis Guita
Clima: China e Estados Unidos ratificam Acordo de Paris

<p>China e Estados Unidos ratificaram o acordo sobre o clima alcançado na cimeira de Paris (COP21) em dezembro.</p> <p>Uma iniciativa que é um passo importante para a promulgação do acordo.</p> <p>O presidente norte-americano, Barack Obama, anunciou, sábado, juntamente com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, a ratificação do Acordo, antes do inicio da Cimeira do G20 na cidade chinesa de Hangzhou.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">President Obama and China ratify an agreement meant to curb climate change <a href="https://t.co/bSfNilzpeQ">https://t.co/bSfNilzpeQ</a> <a href="https://t.co/klEB1r9V7u">pic.twitter.com/klEB1r9V7u</a></p>— <span class="caps">CNN</span> Politics (@CNNPolitics) <a href="https://twitter.com/CNNPolitics/status/772062978099253248">September 3, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> “Em última análise, acredito que o Acordo de Paris acabará por se revelar um ponto de viragem para o nosso planeta, acredito que a história vai julgar os esforços de hoje como fundamentais. Como duas maiores economias do mundo e dois maiores países emissores, a nossa entrada neste acordo continua a dinâmica de Paris e deve dar ao resto do mundo a confiança – quer sejam países desenvolvidos ou em desenvolvimento – que o mundo se dirige para um futuro com pouco carbono,” declarou o presidente norte-americano, Barack Obama. <p>China e Estados Unidos, representam cerca de 38% das emissões globais de carbono, as nações do G20 são responsáveis ​​por aproximadamente 80%.</p> <p>Destinado a substituir em 2020 o Protocolo de Quioto, o Acordo de Paris tem como objetivo manter o aumento da temperatura média mundial abaixo de 2 graus centígrados em relação aos níveis pré-industriais.</p> <p>O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que participou no encontro entre os dois chefes de Estado, manifestou-se “otimista” com a entrada em vigor do Acordo até ao final do ano. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Ban Ki-moon congratulates <a href="https://twitter.com/hashtag/China?src=hash">#China</a>, <a href="https://twitter.com/hashtag/USA?src=hash">#USA</a> on ratifying <a href="https://twitter.com/hashtag/ParisAgreement?src=hash">#ParisAgreement</a> on <a href="https://twitter.com/hashtag/climateaction?src=hash">#climateaction</a> <a href="https://t.co/qfyaRO9cKh">https://t.co/qfyaRO9cKh</a> <a href="https://twitter.com/UN"><code>UN</a> <a href="https://t.co/eXhAl6kV5o">pic.twitter.com/eXhAl6kV5o</a></p>&mdash; UN Climate Action (</code>UNFCCC) <a href="https://twitter.com/UNFCCC/status/772089424050020352">September 3, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>O Acordo foi formalmente assinado por 175 países em abril, em Nova Iorque, mas cada país deve a seguir, de acordo com seus termos (votação no Parlamento, decretos, etc.), ratificar o texto.</p> <p>Antes da China e Estados Unidos, apenas 23 países foram até ao fim do processo;essencialmente pequenos estados insulares que se encontram entre os mais vulneráveis às alterações climáticas, mas representam apenas 1,08% das emissões globais, de acordo com a Convenção-Quadro da <span class="caps">ONU</span> sobre Alterações Climáticas.</p>