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Presidente das Filipinas declara "estado de anarquia" para combater ameaça terrorista

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Presidente das Filipinas declara "estado de anarquia" para combater ameaça terrorista

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O grupo radical islamita Abu Sayyaf foi responsável pelo atentado à bomba que na sexta-feira, na terra natal do Presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, provocou pelo menos 14 mortos e 67 feridos, disseram, hoje, o ministro da Defesa e a presidente da câmara de Davao, que também é filha do presidente filipino.

O chefe de Estado visitou, sábado, um hospital onde se encontram vítimas do atentado de sexta à noite num mercado na baixa de Davao, e declarou o “estado de anarquia” no país.

Segundo o presidente filipino, a medida implica um aumento da presença de militares e de polícias em todo o país para combater a ameaça terrorista.

Um porta-voz do grupo Abu Sayyaf, Abu Rami, já reclamou a autoria do atentado.

Na segunda-feira, o Presidente Duterte lançou uma ofensiva militar contra o Abu Sayyaf. Cinco soldados foram mortos em confrontos com o grupo islâmico na ilha de Jolo, um importante reduto do Abu Sayyaf, a 900 km de Davao.

Entretanto, o presidente filipino adiantou que os investigadores não descartam a hipótese de no atentado estarem envolvidos cartéis da droga.

Após tomar posse, a 30 de junho, Duterte iniciou uma guerra total contra as drogas que já causou mais de 2.500 mortos,

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