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Um morto em ataque com gás de cloro na Síria

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Um morto em ataque com gás de cloro na Síria

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O regime sírio nega estar envolvido no mais recente ataque com gás de cloro num bairro da cidade de Alepo, controlado pelos rebeldes.

É desta forma que Damasco responde às acusações do Observatório sírio dos Direitos Humanos que responsabiliza as forças governamentais pelo ataque desta terça-feira.

“As bombas com gás de cloro provocaram uma grande destruição. Várias pessoas ficaram sufocadas, entre elas várias crianças. Nesta área, há muitos civis, mas não bases militares” refere um habitante de Alepo.

No total, foram registados 70 casos de asfixia.Pelo menos uma pessoa terá morrido.

O químico proibido no uso de armas – ao abrigo da Convenção Sobre Armas químicas – pode levar à morte.

Vitit Muntarbhorn da Comissão Independente de Inquérito sobre a Síria garante que já está a investigar este e outros casos.

“Recebemos informações de fonte segura sobre a utilização de gás de cloro, em Sheikh Maqsoud, um bairro na cidade de Alepo relativas a 05 de abril quando várias pessoas foram transportadas para o hospital com sintomas de inalação deste gás. Estamos, também, a investigar a alegada utilização de armas químicas, relativa a agosto” afirma Muntarbhorn.

Um inquérito das Nações Unidas concluiu, em agosto, que o regime sírio já tinha utilizado gás de cloro, em dois outros ataques: um em 2014 e, outro, no ano passado.

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