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As três mulheres detidas em Paris agiam sob as ordens do autoproclamado Estado Islâmico

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As três mulheres detidas em Paris agiam sob as ordens do autoproclamado Estado Islâmico

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O procurador francês, François Mollins, confirma ter sido encontrada na carteira de uma das três mulheres detidas nos arredores de Paris uma carta a prestar vassalagem ao autoproclamado Estado Islâmico.

A carteira pertencia a Ines Madani, filha do dono do carro carregado de gás encontrado no centro de Paris.

A jovem, de 19 anos, foi baleada e ferida durante a detenção, depois de ter atacado um agente com uma faca.

Segundo Mollins, as mulheres seguiram as ordens da organização extremista. Os investigadores encontraram ainda “na carteira de Inês M. um documento onde prestava vassalagem ao grupo Estado Islâmico e ao porta-voz Abou Mohammed Al-Adnani [morto em finais de Agosto, na sequência de um bombardeamento na Síria]. Na carta estava escrito: respondendo ao apelo de Al-Adnani, ataca-vos na vossa terra, para marcar os vossos espíritos e aterrorizar-vos”.

O carro foi encontrado no fim de semana, abandonado a cerca de 250 metros da catedral de Notre Dame.
No interior estavam sete botijas de gás, uma delas vazia. Nenhum engenho de detonação foi encontrado.

A polícia francesa afirma ter evitado um atentado iminente.

Fontes citadas pela imprensa francesa revelam que as três mulheres estariam a preparar um atentado contra a estação da Gare de Lyon em Paris.

No último ano e meio, mais de 200 pessoas foram mortas em atentados terroristas em França.

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