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Atleta paralímpica escolheu eutanásia mas ainda não está pronta para morrer

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Atleta paralímpica escolheu eutanásia mas ainda não está pronta para morrer

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Marieke Vervoort, prata, pela Bélgica, nos 400m em cadeira de rodas – T52 dos Paralímpicos 2016, conquistou o direito a decidir quando quer morrer, em 2008, porque a lei belga o permite.

Mas nos últimos dias viu-se envolvida em polémica. Os “média” belgas divulgaram que teria intenção de recorrer à eutanásia depois dos Jogos do Rio. A desportista garante que a única coisa que disse foi que estas são as suas últimas Olimpíadas:

“É muito duro viver com tanta dor, sofrimento e insegurança. De ano para ano a situação piora e estou feliz por ter estes papéis. Mas ainda estou viva e vou desfrutar de cada momento da minha vida.

Espero que noutros países, como no Brasil, se possa falar sobre isto, que deixe de ser tabu. Eu assinei os papéis em 2008. Mas vejam, estamos em 2016 e eu ganhei ontem uma medalha de prata. É um sonho. E eu estou realmente feliz”, adianta Marieke Vervoort que tinha conquistado a medalha de ouro nos Paralímpicos de Londres 2012, nos 100m em cadeira de rodas – T52, e a prata nos 200m. No próximo sábado compete na final de 100 metros.

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