Última hora

Em leitura:

Ataque informático à Agência Mundial Antidoping dá início à guerra fria do desporto

Desporto

Ataque informático à Agência Mundial Antidoping dá início à guerra fria do desporto

Publicidade

Simone Biles, 19 anos de idade, quatro ouros Olímpicos no Rio de Janeiro. Serena e Venus Williams, que têm dominado o ténis feminino desde o início do século e Elena Delle Donne, estrela da seleção de basquetebol feminino dos Estados Unidos.

São os quatro primeiros nomes trazidos a público por um ataque informático à base de dados da Agência Mundial Antidoping (WADA) e que promete dar início a uma verdadeira guerra fria no mundo do desporto, com o doping como pano de fundo.

Entre os dados divulgados, salta à vista o elevado número de exceções para uso terapêutico. Quer isto dizer que as atletas em questão recorrem regularmente ao uso de substâncias proibidas mas são devidamente autorizadas pelos médicos das suas federações nacionais.

Um dado que só por si não é suficiente para culpar ninguém, mas não deixa de causar estranheza o elevado número de exceções à regra, a enorme lista de medicamentos autorizada, como se estivéssemos perante doentes de uma certa idade, e não atletas de alta competição.

Apesar do Kremlin negar o envolvimento, o ataque é visto como a resposta da Rússia à suspensão de que os seus atletas foram alvo para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

A WADA lamentou a divulgação de dados pessoais e classificou este ato como uma tentativa de descredibilizar a organização. Já o grupo responsável pelo ataque informático, alertou que isto era apenas o início.

Há pontos de vista diferentes para cada história: a Euronews conta com jornalistas do mundo inteiro para oferecer uma perspetiva local num contexto global. Conheça a atualidade tal como as outras línguas do nosso canal a apresentam.

tradução automática

tradução automática

Artigo seguinte