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Hillary Clinton, sente-se "ótima" e está pronta para fazer-se à estrada

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Hillary Clinton, sente-se "ótima" e está pronta para fazer-se à estrada

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Com Dulce Dias, Associated Press e Reuters

Hillary Rodham Clinton, com 68 anos, poderá ter contraído a pneumonia não-contagiosa mais noticiada dos últimos tempos, mas, segundo o seu médico, encontra-se “capaz de desempenhar o cargo de presidente“ da primeira economia do planeta.

A candidata democrata às eleições presidenciais dos Estados Unidos, a ter lugar já em novembro, foi obrigada a abandonar a cerimónia que assinalava os 15 anos dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Um episódio que, tendo em conta a forma de como se desenrolam os longos e competitivos processos de seleção para o cargo de presidente dos Estados Unidos, poderia vir a custar muito caro à que poderia ser a primeira mulher a ocupar aquele cargo, no final deste ano.

O rival conservador Donald Trump disse, em várias ocasiões, que Clinton não poderia nunca ocupar o lugar de chefe de Estado dos EUA, entre outras coisas, porque “não se encontra bem de saúde.”

Uma tese negada pelos diretores da campanha da Democrata, que divulgaram recentemente uma carta oficial de duas páginas da equipa médica de Hillary Clinton.

Para além de informar que a candidata tinha contraído uma forma não-contagiosa de pneumonia, estando livre de perigo, pode ler-se na carta que lhe foi receitado Levaquin, um antibiótico para tratar infeções.

Clinton teria, segundo a carta, desenvolvido a infeção por causa das alergias relacionadas com a época do ano.


Do lado democrata, o apoio a Hillary não se fez esperar. E não poderia ter vindo de alguém mais próximo. Bill Clinton, marido da candidata e antigo presidente dos Estados Unidos entre 1993 e 2001, disse, durante uma convenção em North Las Vegas, estado do Nevada, que esta se sente “ótima.”

“Vivemos uma época curiosa. As pessoas acham que ter uma gripe é algo de anormal. Que eu saiba, milhões de pessoas apanham gripes todos os anos,” disse Bill Clinton.

Bill Clinton disse ainda que tinha de apoiar Hillary, até porque, “há uns anos”, esta tinha permanecido “ao seu lado”, em “momentos difíceis”, no que foi entendido pela assistência e pelos media dos EUA como uma referência ao caso Monica Lewinsky, nos anos 90.


Depois de aproximadamente quatro dias de repouso, espera-se que Hillary Clinton pronuncie um discurso esta sexta-feira, na capital federal, Washington.

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