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Síria: Ajuda humanitária continua bloqueada

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Síria: Ajuda humanitária continua bloqueada

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Na Síria a ajuda humanitária continua bloqueada, sem acesso às populações encurraladas nas zonas de conflito, apesar do cessar-fogo.

A chamada rota do Castello é a via mais rápida de acesso aos bairros rebeldes de Alepo, onde 250 mil pessoas estão desde julho sitiadas, mas os camiões com ajuda humanitária continuam a aguardar que o exército sírio e os seus aliados libertem o caminho que lhes permita avançar. O acordo de trégua previa que as forças em conflito se retirassem de uma faixa de 3,5 km, mas isto não foi ainda cumprido.

Em pano de fundo, são esgrimidas as acusações mútuas, com o governo sírio a culpas as forças rebeldes, que afirma não respeitarem a trégua.

O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, apelou esta quinta-feira a Damasco para que autorize com urgência a entrada em Alepo dos camiões com ajuda humanitária.

De Mistura lembrou que a rota de Castello tem um estatuto especial no acordo Russo-Americano e sublinhou que estão dois grupos de 20 camiões imobilizados, à espera dos salvo-condutos que o governo de Bashar al-Assad não emitiu ainda, e sem os quais os comboios com ajuda humanitária não podem avançar rumo a Alepo.

Outros 40 camiões com alimentos continuam entretanto parados depois de terem passado a fronteira turca, à espera dos salvo-condutos que Damasco não enviou ainda.

Nos bairros rebeldes de Alepo cerca de 250 mil pessoas estão desde julho isoladas sem ajuda humanitária.

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