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Violência no regresso dos franceses à luta contra a Lei do Trabalho

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Violência no regresso dos franceses à luta contra a Lei do Trabalho

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Depois das férias de verão os franceses regressaram às ruas, em várias cidades, para protestar contra a Lei do Trabalho, aprovada, pelo governo de Manuel Valls, no início do verão.

_A situação acabaria por assumir outras proporções em Paris::

Segundo a agência de notícia France Presse eram mais de 12.500 os manifestantes em Paris. O responsável de uma das uniões sindicais presentes, a Force Ouvriere, afirmou ao canal público de televisão francês que não vão desistir de lutar mas que vão deixar as ruas e fazê-lo de outras maneiras.

Ainda em Paris, manifestantes atiraram cocktails molotov contra a polícia:

Também em Marselha se fizeram ouvir os protestos, esta manhã. Os marselheses criticam a iniciativa do governo gaulês.

“Não sei se mesmo a direita teria feito isto. Eu estou contra esta lei, por isso manifesto-me, é o meu décimo terceiro dia de greve, é menos dinheiro, é difícil gerir mas estou aqui para fazer ver ao governo que não estou contente”, afirma uma manifestante.

“Não vamos desistir, estamos furiosos, furiosos, eles que se preparem para 2017”, adianta outra.

2017, ano de eleições presidenciais em França, que podem transformar-se num banho de água fria para o Partido Socialista francês.

Foi, aliás, com canhões de água que a polícia recebeu os manifestantes em Nantes. Os meios de comunicação franceses falam em milhares de pessoas, nesta localidade, a sexta maior de França. O protesto degenerou em violência:

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