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Aquecimento global: 2016 bate recordes

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Aquecimento global: 2016 bate recordes

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2016 está a ser o ano mais quente da história, pelo menos desde que há 137 anos começaram a ser registadas as temperaturas do planeta.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) lança o alarme: a subida de temperaturas passou a ser norma e é urgente implementar o Acordo de Paris, que estabelece as metas de redução das emissões de gases com efeito de estufa.

“É urgente que seja ratificado o Acordo de Paris e mais importante ainda que seja implementado. O planeta está a enviar-nos sinais de alarme e é preciso agir, é necessário reduzir rápida e drasticamente as emissões de gases com efeito de estufa”, disse esta sexta-feira em Genebra a porta-voz da OMM, Claire Nullis.

Este ano foram registados níveis de concentração de dióxido de carbono extremamente altos.

As consequências do aquecimento global fazem-se sentir tanto na superfície da terra como nos oceanos.

O aumento das temperaturas tem destruído, em várias regiões do planeta, os recifes de corais, que servem de abrigo a um quarto de toda a vida marinha, dois milhões de espécies de peixes, moluscos, algas e crustáceos. Isto porque a subida da temperatura das águas provoca a morte das algas zooxantelas, que vivem em relação de simbiose com os recifes de corais.

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