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Banco Mundial defende dar mais empregos aos refugiados

A redação de Bruxelas

Banco Mundial defende dar mais empregos aos refugiados

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Qual é a melhor abordagem para ajudar milhões de pessoas, que foram forçadas a fugirem das suas casas, a reconstruírem as suas vidas?

Especialmente se o número for o mais elevado desde a Segunda Guerra Mundial, atingindo 65 milhões de pessoas, cerca de 1% da Humanidade?

Para dar resposta a estas perguntas, o Banco Mundial elaborou um relatório para ser divulgado por ocasião da cimeira das Nações Unidas dedicada a este tema, que teve lugar no início da semana, em Nova Iorque.

À euronews, o responsável pelo programa de refugiados do Banco Mundial, Xavier Devictor, disse que “ser refugiado durante dois ou três anos coloca um certo número de problemas. Ser refugiado durante 30 anos levanta outros, seja em termos da educação das crianças ou da capacidade para reconstruir a sua existência; é uma perspectiva muito diferente”.

“Cada vez nos apercebemos mais de que a maioria destas pessoas vivem em locais onde é quase impossível conseguir um emprego. Ou porque é legalmente impossível trabalhar para quem tem estatuto de refugiado, como é o caso de alguns países, ou simplesmente porque vivem em países onde é muito difícil encontrar emprego”, acrescentou.

O relatório foi feito em colaboração com a agência da ONU para os Refugiados, e visa encontrar soluções para a crise com base numa alargada recolha de dados, a nível global.

De acordo com o Banco Mundial, “não é apenas uma questão humanitária, o deslocamento forçado está a emergir como um importante desafio a nível do desenvolvimento e a abordagem deve ser multifacetada”.

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