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Ajuda humanitária regressa à Síria

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Ajuda humanitária regressa à Síria

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Depois de uma pausa de 48 horas, a ajuda humanitária das Nações Unidas voltou a chegar às zonas cercadas da Síria. Uma coluna da ONU chegou a uma zona dos arredores de Damasco ocupada pelos rebeldes, ao mesmo tempo que a ajuda dos russos chega a Homs.

A pausa na ajuda humanitária foi causada pelo ataque a uma coluna, na segunda feira, que terá morto pelo menos vinte civis.

“A situação de segurança na Síria não é só uma, é toda uma manta de retalhos, feita de vários níveis de segurança e insegurança. Tem todo um conjunto de atores e grupos armados e temos de levar isso em conta, quando analisamos a situação caso a caso. É o que fazemos quando mandamos ajuda para as zonas rurais à volta de Damasco como estamos a fazer agora ou quando voltarmos a entregar ajuda em Alepo, o que espero possa acontecer muito em breve”, diz Jens Laerke, porta-voz do gabinete da ONU para os assuntos humanitários.

A Rússia e os Estados Unidos atiram-se mutuamente as culpas pelo ataque de segunda-feira. Washington e a ONU dizem que se tratou de um ataque aéreo, provavelmente da Rússia ou da aviação síria. A Rússia diz que não tem responsabilidades e que este foi um ataque terrestre. Falou também da presença de um drone americano na zona.

Depois de um encontro com o MNE russo Serguei Lavrov, o secretário de Estado norte-americano John Kerry diz que tem esperança que no salvamento do cessar-fogo assinado na semana passada. Cessar-fogo mais uma vez posto em causa com novos ataques em Alepo. Vídeos divulgados pelas organizações rebeldes mostram os momentos que se seguiram ao bombardeamento de várias zonas da cidade. O observatório sírio dos direitos humanos, associação contra o regime de Assad sediada em Londres, diz que estes últimos ataques fizeram pelo menos 52 mortos.

Em Homs, cerca de 300 combatentes rebeldes e respetivas famílias, um total de cerca de mil pessoas, começaram a ser transportados para outra zona, depois de um acordo com a Rússia e o governo sírio. Estes acordos estão a permitir a evacuação de várias zonas também na província de Idlib.

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