Última hora

Última hora

"Human Sensor": Um fato que acende as luzes quando respira poluição

Em leitura:

"Human Sensor": Um fato que acende as luzes quando respira poluição

Tamanho do texto Aa Aa

A arte une-se à ciência num fato chamado “Human Sensor”, com sensores e luzes que se acendem quando respiramos ar poluído.

A arte une-se à ciência num fato chamado “Human Sensor”, com sensores e luzes que se acendem quando respiramos ar poluído. O projeto visa sensibilizar a opinião pública sobre esta questão. Kasia Molga é a responsável por este projeto: “Era verão, havia muito nevoeiro, escuro, sentei-me na varanda e tive um ataque de asma, pela primeira vez em dez anos. Comecei a pensar como poderia passar a mensagem sobre o problema da poluição e tive a ideia de usar estes sensores que detetam mudanças na qualidade do ar.”

Andrew Grieve colabora com o centro de monitorização da qualidade do ar na capital britânica e ajudou a desenhar este fato especial: “Com este projeto pretendemos tornar a poluição visível, num certo sentido, e torná-la visível na rua onde as pessoas estão, onde as pessoas são expostas, onde o público está – e mostrar-lhes como os níveis de poluição podem mudar dependendo do local.”

Os níveis de poluição mudam a cada minuto. E as condições climáticas são um factor importante nestas alterações: “Podemos ver, por exemplo, que quando estamos numa rotunda os níveis de poluição são mais elevados do que quando estamos numa ponte. Hoje estava muito vento e, no entanto, registámos picos de poluição, quando estávamos perto da rotunda e dos automóveis.”

Segundo os especialistas saber quais são os pontos de uma cidade onde a poluição é mais acentuada pode ajudar a população a proteger-se melhor dos riscos para a saúde.