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Depois de ter deixado um rasto de destruição nas Filipinas, o tufão Haima fez estragos em Hong Kong.

A passagem do tufão, com rajadas de vento que chegaram aos 162 quilómetros/hora, obrigou ao fecho de escolas e empresas, tal como à suspensão das negociações na bolsa. As autoridades do território contam já cerca de uma dezena de feridos. Cerca de 200 árvores foram derrubadas pelo vento. A vida começa a voltar à normalidade, depois de ter ficado paralisada durante cerca de 11 horas.

O tufão obrigou também ao cancelamento de centenas de voos a partir do aeroporto de Hong Kong. Antes de passar por Hong Kong e pelo sul da China, o Haima passou pela Formosa, onde provocou várias inundações. No entanto, apesar das fortes chuvas e dos ventos, não há notícia de fechos por causa do tufão.

As Filipinas foram o país em que a tempestade mais se fez sentir e onde o balanço é mais trágico, com pelo menos 12 mortos. O tufão fez ainda milhares de deslocados. As populações do norte do país começam, a pouco e pouco, a regressar a casa.

Apesar da destruição, o balanço está longe da tragédia causada há três anos pelo tufão Hayan, que fez na altura mais de 6000 mortos.