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Abba vão reunir-se... virtualmente


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Abba vão reunir-se... virtualmente

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Reunir os Abba quase 30 anos depois da separação do grupo sueco?

Sim, mas apenas virtualmente. O empresário Simon Fuller e o grupo Universal Music decidiram criar uma “nova experiência digital” que vai associar realidade virtual e inteligência artificial.

A realidade virtual é uma coisa e o mundo real é outra. E, na realidade, os membros da banda – Agnetha Fältskog, Björn Ulvaeus, Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad – não tencionam reunir-se novamente:

“Reunirmo-nos de novo? Não, não me aprece. e espero que os outros digam o mesmo, certo? Espero. Senão, amanhã vamos fazer as manchetes dos jornais”, dizia, há pouco, Björn Ulvaeus.

Os membros da banda raramente são vistos juntos – exceto se falarmos nas personagens do museu de cera.

O mais parecido com uma reunião dos quatro suecos são algumas bandas que lhes prestam tributo.

Formados em 1972, os Abba foram catapultados para o sucesso ao vencerem o festival da Eurovisão, em 1974. Seguiram-se 10 anos de carreira e cerca de 500 milhões de discos vendidos.

Um sucesso feito pouco a pouco e com muito trabalho, esclarece Björn Ulvaeus: “Aconteceu durante um longo período. Quero dizer, não foi sucesso atrás de sucesso. Tínhamos um sucesso, escrevíamos outra canção, gravávamo-la e lançávamos o disco. Foi assim. Hoje parece que aconteceu tudo ao mesmo tempo, mas não.”

Fuller trabalha com a realidade virtual há vários anos e desenvolve imagens digitais hiper-realistas de seres humanos, na área do entretenimento.

O projeto dos Abba deverá ser lançado em 2018. Esperam-se mais pormenores no próximo ano.

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