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Novo sismo de magnitude 6.5 sacode centro de Itália


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Novo sismo de magnitude 6.5 sacode centro de Itália

Sismo no centro de Itália provoca pelo menos uma dezena de feridos

As autoridades adiantam que o sismo atingiu uma magnitude de 6.5 na escala de Richter.

O sismo foi sentido com mais intensidade nas regiões de Le Marche e Umbria. O epicentro situou-se a cerca de 67 qulómetros de Perugia.

A localidade de Norcia foi atingida com violência.

A antiga Basílica de San Benedetto foi destruída pelo abalo de terras.

Trata-se da mesma região onde ocorreram dois sismos recentes. Na quarta-feira passada um terramoto atingiu a mesma região, em particular a localidade de Amatrice.

Várias réplicas do terramoto fizeram-se também sentir.

A mais violenta ocorreu na localidade de Perugia. Aqui, as ondas de choque atingiram uma magnitude entre 3,3 e 3,7.

Várias localidades foram totalmente devastadas. Entre estas conta-se Castellucio di Norcia na região da Umbria e Arquatta del Tronto na província de Les Marche.

As autoridades estimam que pelo menos 100 milhares de pessoas tenham ficado sem abrigo.

No dia 24 de agosto passado, um outro sismo no centro do país causou cerca de 300 vítimas tendo causado numerosos estragos em várias localidades.

O terramoto deste domingo foi sentido na capital, Roma, um sinal da gravidade deste abalo de terras, o terceiro ocorrido no país desde agosto passado.

As autoridades geológicas afirmam que este abalo de terra foi mais violento do que o terramoto de agosto que causou pelo menos três centenas de mortos.

A jornalista da euronews, Gardenia Trezzini descreve como viveu estes momentos na capital italiana.

“Roma acordou esta manhã a sentir a terra a tremer, corremos para a rua e sentimos uma sensação de perigo. Encontramos os nossos vizinhos, toda a gente estava aterrorizada.

O pânico entretanto abrandou, muita gente em Roma vem das regiões de Le Marche e Umbria, a região mais afetada.

As linhas telefónicas estão sobrecarregadas.
As pessoas estão a contactar as famílias nas regiões afetadas para saberem se está tudo bem”.

“Ainda subsiste um sentimento de instabilidade.
Estou em casa e tenho a impressão de que o chão ainda está a tremer.

Neste momento não se sentem tremores, os candeeiros não abanam de forma perigosa como aconteceu durante o terramoto mas subsiste um sentimento de instabilidade. É como se o corpo conseguisse sentir o que se passa nas entranhas da terra”.

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