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A saga dos emails de Hillary Clinton


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A saga dos emails de Hillary Clinton

Na reta final da campanha para as presidenciais norte-americanas, Hillary Clinton volta a ter de lidar com o escândalo dos emails e Donald Trump agradece a ajuda do FBI.

No passado dia 29 de outubro, a 11 dias das eleições, o diretor do FBI, James Comey, voltou à carga com um tema que parecia enterrado: informou o Congresso que existem novos elementos relevantes para a investigação.

Mas que escândalo é este? Vamos separar este caso em duas parte: na primeira a investigação do FBI e na segunda os emails divulgados pelo Wikileaks.

Investigação do FBI

Janeiro de 2009
Um antigo assessor de Bil Clinton regista o domínio “clintonemail.com” e cria uma morada de correio electrónico privado para Hillary Clinton. Nessa altura não existe qualquer lei que proíba os funcionários do Estado de utilizar contas de email privadas para o trabalho do governo.

2014
A utilização de emails privados pela secretária de Estado norte-americana foi revelada anos mais tarde, por uma comissão do Congresso que investigava o ataque contra o consulado norte-americano em Benghazi, na Líbia. Até ao final de 2014, Hillary Clinton terá trocado, através da conta pessoal, cerca de 30 mil mensagens.

Março de 2015
O caso rebenta na imprensa norte-americana a poucos dias de Hillary Clinton arrancar a campanha para as presidenciais norte-americanas. A democrata garante que nunca enviou material “confidencial” para a conta pessoal. Mais tarde pede desculpas por este “descuido”.

Julho de 2016
Um ano mais tarde o FBI recomenda o encerramento deste caso por falta de matéria criminal. O diretor da agência federal defendeu que não havia matéria para acusar a ex-secretária de Estado de “negligência extrema”.

Outubro de 2016
Diretor do FBI James Comey envia uma carta ao Congresso onde explica que foram encontrados mais emaisl, com aspetos mais relevantes que os encontrados na investigação anterior.

Revelações do Wikileaks

Março de 2016
Já este ano, o Wikileaks divulga um arquivo de mais de 30 mil emails e a anexos enviados por e para Hillary Clinton a partir da conta pessoal enquanto era secretária de Estado. São documentos trocados entre junho de 2010 e agosto de 20014. Esses emails puderam ser divulgados depois de ter sido invocada a Liberdade de Imprensa.

11 October 2016
O chefe de campanha de Hillary Clinton, John Podesta, viu a conta de email ser pirateada. Podesta acusa Donald Trump e o governo russo de estarem por detrás deste caso. O Wikileaks revelou o conteúdo de vários emails trocados por Clinton e toda a equipa de campanha

Mas o conteúdo destes emails tem muito mais de embaraçoso que de explosivo em termos políticos.

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