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Festival de dança de Cuba abre portas a bailarinos norte-americanos


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Festival de dança de Cuba abre portas a bailarinos norte-americanos

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O Festival Internacional de Dança de Havana abriu portas na capital cubana. O evento foi criado em 1960 graças aos esforços de Alicia Alonso, bailarina da Escola Nacional de Bailado de Cuba, que tem hoje 96 anos.

“O festival representa uma parte importante da minha vida. É um dos meus ideais. O meu ideal tornou-se realidade”, contou a veterana do ballet cubano.

Este ano, a programação conta com sete companhias norte-americanas, incluindo a célebre Martha Graham Dance Company. Bailarinos de dezasseis países participam neste evento bianual que já vai na vigésima quinta edição.

“Independentemente das visões políticas de cada um, a dança é universal. Toda a gente pode apreciar a dança”, disse a bailarina Madison Endrich.

O bailarino cubano Javier Torres trabalha numa companhia de dança britânica desde 2010 e está feliz por estar em Havana. “Este festival é muito importante para muitas pessoas no mundo inteiro, para as pessoas que gostam de dança. Para os cubanos é ainda mais importante. Eu sinto-me em casa”. disse Javier Torres.

Durante cinquenta anos, não houve estudantes norte-americanos na Escola Nacional de Bailado, em Havana, devido ao conflito entre Cuba e os Estados Unidos. Catherine Conley é uma das primeiras norte-americanas a frequentar a escola.

“Estar aqui em Cuba é uma experiência que nos permite aprender muito, não apenas dança. Aprendo a conhecer melhor a cultura cubana e ao mesmo tempo estou a progredir na dança”, contou a bailarina norte-americana.

A Escola Nacional de Bailado em Cuba é considerada a maior do mundo com três mil estudantes.

O Festival Internacional de dança de Havana termina a 6 de novembro.

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