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Milhares de americanos na rua para dizer "NÃO" a Trump

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De  Euronews
Milhares de americanos na rua para dizer "NÃO" a Trump

<p>“Not my president! Not my president!”</p> <p>Palavras de ordem como esta na <a href="http://nymag.com/daily/intelligencer/2016/11/anti-trump-protests-erupt-across-the-country.html">boca de milhares de pessoas ecoaram ontem</a> nas ruas de Manhattan, – e um pouco por todo o país, depois de Donald Trump se ter tornado o 45° presidente dos E.U.A por eleição derrotando, para surpresa de expectativas gerais e contrariedade de sondagens feitas, a democrata Hillary Clinton.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">captured in nyc tonight <a href="https://twitter.com/hashtag/TrumpProtest?src=hash">#TrumpProtest</a> <a href="https://t.co/6Xvdwqv8e1">pic.twitter.com/6Xvdwqv8e1</a></p>— alex (@perfharmonys) <a href="https://twitter.com/perfharmonys/status/796551993187831808">November 10, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Trump <a href="https://www.publico.pt/mundo/noticia/discurso-de-vitoria-de-donald-trump-1750505?page=1#/follow">anunciou no discurso de vitória a admissão da derrota, num telefonema, de Hillary Clinton</a>, mas que era “tempo de se unirem todos como um só povo.” Há nova iorquinos a rejeitar o convite à união, depois de uma campanha onde o candidato republicano proclamou divisões, <a href="https://www.publico.pt/mundo/noticia/declaracao-onde-trump-promete-expulsar-muculmanos-apagada-de-site-de-campanha-1750629">expulsões</a> e <a href="http://www.dn.pt/mundo/interior/trump-insiste-que-mexico-vai-pagar-pelo-muro-entre-os-dois-paises-5366708.html">muros</a>. Manhattan teve milhares de pessoas na rua.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">A yuge Trump head is burned an effigy in front of city hall <a href="https://twitter.com/hashtag/dtla?src=hash">#dtla</a> <a href="https://t.co/e9DqMhEYhY">pic.twitter.com/e9DqMhEYhY</a></p>— Marcus Yam (@yamphoto) <a href="https://twitter.com/yamphoto/status/796565611199373312">November 10, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Em Los Angeles, <a href="http://www.latimes.com/local/lanow/la-me-ln-downtown-la-trump-protests-20161109-htmlstory.html">uma cabeça gigante de Donald Trump em papier maché foi queimada</a> frente à câmara da cidade.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Trump?src=hash">#Trump</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/protest?src=hash">#protest</a> in <a href="https://twitter.com/hashtag/Chicago?src=hash">#Chicago</a> heading North on State. “No Trump, No <span class="caps">KKK</span>, No Racist <span class="caps">USA</span>” <a href="https://t.co/KrBqRQYVAr">pic.twitter.com/KrBqRQYVAr</a></p>— Lisa Zimmer (@Zimmerino) <a href="https://twitter.com/Zimmerino/status/796504950083878912">November 10, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Em Chicago, cerca de 1800 pessoas gritaram frases como “Não ao Trump, não ao Ku Klux Klan, não aos Estados Unidos racistas” junto à Torre e Hotel Internacional Trump, sem registo de incidentes, mas com estradas fechadas pela polícia a impedir o trânsito dos manifestantes.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">Scripture tells us: Let us not grow weary in doing good, for in due season, we shall reap, if we do not lose heart. <a href="https://t.co/snXfdLgZq8">pic.twitter.com/snXfdLgZq8</a></p>— Hillary Clinton (@HillaryClinton) <a href="https://twitter.com/HillaryClinton/status/796425920378765313">November 9, 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Em Washington, a tristeza da derrota de Hillary, <a href="https://www.publico.pt/mundo/noticia/vitoria-de-clinton-no-voto-popular-reacende-discussao-sobre-reforma-no-sistema-eleitoral-1750628">apesar da vantagem no voto popular</a> era visível.<br /> Filadélfia, Boston e Portland, em Oregon, também viram protestos.</p>