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Centenas de pessoas fogem de Mossul para os campos de acolhimento da ACNUR


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Centenas de pessoas fogem de Mossul para os campos de acolhimento da ACNUR

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Centenas de deslocados continuam a chegar aos campos de acolhimento perto de Mossul.

Hassan Sham, situado 20 quilómetros a leste da cidade, é um dos seis espaços existentes. Abriu há seis dias e acolhe mais de 10.000 pessoas, cerca de 2500 são crianças.

A agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) revela que existem cerca de 7500 famílias, isto é, perto de 45.000 pessoas deslocadas, desde que começou a operação militar para tentar recuperar Mossul, a 17 de outubro.

De acordo com o Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, as execuções públicas estão a aumentar. E a Organização Não Governamental, Human Rights Watch, afirma que os combatentes do autoproclamado Estado Islâmico realizaram pelo menos três ataques químicos no sul de Mossul.

Muitas das pessoas chegam aos campos com ferimentos graves. A Organização Mundial da Saúde alerta para a falta de serviços médicos. Os hospitais mais próximos, Qayyarah e Hamdaniya, não têm condições para funcionar. O único que se encontra disponível, o Hospital de Erbil, fica a uma hora de distância.

Há ainda locais onde não é permitida a entrada de ajuda humanitária.

Os iraquianos fogem da guerra, mas também da falta de comida, água e eletricidade.

Desde o verão de 2014 que a cidade estava sob o controlo do autoproclamado Estado Islâmico. Nas últimas semanas as forças iraquianas conseguiram recuperar terreno nas zonas sul e oriental de Mossul.

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