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Moldávia: Presidente pró-Rússia recém-eleito quer antecipar escolha de um novo governo

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De  Francisco Marques  com Reuters
Moldávia: Presidente pró-Rússia recém-eleito quer antecipar escolha de um novo governo

<p>O novo Presidente da Moldávia, Igor Dodon — eleito este domingo com 55 por cento dos votos —, pretende antecipar já para o próximo ano as eleições parlamentares previstas nesta antiga república soviética apenas para 2018. A pró-europeísta Maia Sandu era a rival, mas ficou-se apenas pelos 45 por cento dos votos.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"align="center"><p lang="en" dir="ltr">Pack it up. Dodon is the next president of the Republic of <a href="https://twitter.com/hashtag/Moldova?src=hash">#Moldova</a>!<br /> <br /> Read more about Dodon: <a href="https://t.co/9TwMmUjRgh">https://t.co/9TwMmUjRgh</a> <a href="https://t.co/ZlKdaTiTGg">pic.twitter.com/ZlKdaTiTGg</a></p>— Moldova.org (@moldovaorg) <a href="https://twitter.com/moldovaorg/status/797918196078497792">13 de novembro de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>O socialista Igor Dodon é um confesso apoiante da reaproximação moldava à Rússia e à renegociação do Acordo de Associação com a União Europeia que o atual governo pretende reforçar. Por isso, o objetivo do Presidente eleito será o de aproveitar a insatisfação europeia dos moldavos, expressa nestas presidenciais, e fazer cair o atual executivo liderado pelo primeiro-ministro Pavel Filip.</p> <p>Apesar da vitória de Dodon e das ideias pró-Rússia do socialista, o chefe de Governo garante que o caminho para a integração moldava na União Europeia não tem marcha atrás.</p> <p>Nas ruas, o triunfo de Dodon esteve na origem de uma manifestação pró-Europa. Cerca de duas mil pessoas concentraram-se junto à sede da comissão eleitoral, na capital Chisinau, alegando eventuais violações eleitorais e a reclamar por novas eleições.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"align="center"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Moldova?src=hash">#Moldova</a>: The Central Election Commission admits “technical errors” as electronic votes dont match some of the protocols. <a href="https://t.co/zpHwnhrFIZ">pic.twitter.com/zpHwnhrFIZ</a></p>— Ruthen (@RutheniaRus) <a href="https://twitter.com/RutheniaRus/status/798188878465146881">14 de novembro de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>O responsável pela delegação da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (<span class="caps">OSCE</span>), que acompanhou o desenrolar destas presidenciais, considerou, no entanto, que “a Moldávia comprovou o respeito pelos valores democráticos”. “O país conduziu umas eleições competentes e atenciosas”, afirmou Geir Joergen Bekkevold.</p> <p>O responsável da <span class="caps">OSCE</span> denunciou apenas algumas reservas em torno do quadro legal aplicado à segunda volta destas eleições. Geir Joergen Bekkevold referiu-se, por exemplo, à falta de regulação apropriada para o tempo para gerir queixas e recursos, o início oficial da campanha para a segunda volta, a implementação do financiamento das campanhas e a gestão das listas eleitorais.</p> <div style="float: none; clear: both; width: 100%; position: relative; padding-bottom: 56.25%; padding-top: 25px; height: 0;"> <iframe style="position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%;" src="https://www.youtube.com/embed/ThE7WHPsSzY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </div> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="pt" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Mold%C3%A1via?src=hash">#Moldávia</a> fica fora do curso <a href="https://twitter.com/hashtag/atlantista?src=hash">#atlantista</a> ocidental – pelo menos, pelos próximos 4 anos <a href="https://twitter.com/hashtag/Dodon?src=hash">#Dodon</a><a href="https://t.co/Oc6tocViag">https://t.co/Oc6tocViag</a></p>— Sputnik Brasil (@sputnik_brasil) <a href="https://twitter.com/sputnik_brasil/status/798193885142925312">14 de novembro de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>