Última hora

Em leitura:

França: Centro-direita decide candidato à presidência


França

França: Centro-direita decide candidato à presidência

Está lançada a corrida ao Palácio do Eliseu na ala política de centro-direita em França.

São 6 republicanos e um democrata-cristão que se lançam nas eleições primárias para escolher o candidato às presidenciais de 2017. O voto decorre este domingo.

São 7 pretendentes, mas de acordo com as sondagens, apenas três republicanos têm hipótese.

François Fillon, antigo primeiro-ministro de Nicolas Sakorzy, surgiu de trás para liderar a última sondagem que lhe dá 30 % das intenções de voto.

Com 29 % encontra-se Sarkozy, que pretende regressar ao mais alto cargo público depois de um mandato entre 2007 e 2012.

Partilha o segundo posto das intenções com Alain Juppé, ex-primeiro-ministro de Jacques Chirac.

O presidente da câmara de Bordéus esteve na frente durante quase todo o tempo.

Mas os ventos favoráveis das sondagens diminuíram progressivamente.

 

Quem são os outros 4 candidatos?

  • Jean François Copé, republicano, 52 anos, porta-voz do governo de Jacques Chirac 2002-2007;
  • Nathalie Kosciusko-Morizet, republicana, 43 anos, ministra da Ecologia e Transportes (2010-2012);
  • Bruno Le Maire, republicano, 47 anos, ministro da Agricultura 2009-2012;
  • Jean-Frédéric Poisson, cristão-democrata, 53 anos, presidente da câmara de Rambouillet 2004-2007;

O que conta mesmo é o voto na urna. Os sete candidatos dependem dos mais de 2 milhões e meio de votantes deste domingo.

Qualquer pessoa pode votar, não precisa estar filiada no Partido Republicano.

É quase certa uma segunda volta, dentro de sete dias, já que não há perspetivas de qualquer candidato conseguir mais dos 50 por cento necessários para vencer à primeira.

Há pontos de vista diferentes para cada história: a Euronews conta com jornalistas do mundo inteiro para oferecer uma perspetiva local num contexto global. Conheça a atualidade tal como as outras línguas do nosso canal a apresentam.

Artigo seguinte

mundo

Presidente da Coreia do Sul é "cumplice" no escândalo de corrupção