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Músicos guineenses brilham em Rabat


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Músicos guineenses brilham em Rabat

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Com Wolfgang Spindler

A euronews está em Rabat, em Marrocos, para acompanhar o festival Visa for Music.

Sekouba Bambino vem da Guiné-Conacri, de uma família de músicos, mais propriamente de griots, o nome que se dá, na Guiné, aos artistas que são, ao mesmo tempo, historiadores, músicos e contadores de histórias. Fez parte do grupo Bembeya Jazz e começou uma carreira a solo nos anos 90.

Da outra Guiné, a Guiné-Bissau, vem Karyna Gomes, aqui acompanhada pela trompetista Jéssica Pina. Influenciada pelos três continentes em que já viveu – África, América e Europa – sente particlarmente a influência de Cuba: “Na altura da independência, quando nasci, havia muitos cubanos na Guiné-Bissau, que partilhavam a música que faziam. Os meus tios estudaram em Cuba, por isso tenho influências latinas”, conta.

Jéssica Pina começou a tocar trompete ainda criança: “Eu não escolhi o trompete, o trompete escolheu-me a mim. Experimentei vários instrumentos, mas só consegui tocar trompete”.

Karyna começou como cantora de gospel quando vivia ainda em São Paulo, no Brasil. Na Guiné-Bissau, já foi premiada várias vezes. Atualmente, vive em Lisboa, onde está a preparar o segundo álbum.

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