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Autocarros incendiados em Alepo enquanto outros abandonam a cidade

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De  Nara Madeira
Autocarros incendiados em Alepo enquanto outros abandonam a cidade

<p>Vários autocarros, que iam buscar feridos e doentes, às aldeias de al-Foua e Kefraya, arredores de Alepo, foram atacados e incendiados, uma informação avançada pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos e confirmada por vídeos amadores. Os autores do ataque não quererão que seja permitida a saída de rebeldes chiitas. A mesma fonte acusa dois grupos rebeldes de responsabilidade neste ataque, um deles Jabhat Fateh al-Sham, anteriormente conhecido por Frente al-Nusra. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="ar" dir="rtl">شاهد احراق الحافلات التي كانت ستدخل#كفريا_الفوعة لإجلاء الحالات الانسانية والجرحى<a href="https://twitter.com/hashtag/%D8%AD%D9%84%D8%A8?src=hash">#حلب</a> <a href="https://t.co/wybeEnkLQl">pic.twitter.com/wybeEnkLQl</a></p>— Cohiba (@ogero99) <a href="https://twitter.com/ogero99/status/810482839259119616">18 de dezembro de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Entretanto, a televisão estatal síria informava, minutos mais tarde, que outros autocarros, com combatentes e familiares, tinham já abandonado a região. </p> <p>As informações que surgem do terreno são confusas, muitas vezes contraditórias. Várias forças, com posicionamentos diferentes, tentam impor-se: forças governamentais e aliados, várias fações sírias de rebeldes ou da oposição, das mais às menos extremistas, e o grupo Estado Islâmico. No meio deste “novelo de lã de aço” estão milhares de civis. </p> <p>Depois de um primeiro acordo falhado, governo e alguns grupos rebeldes negociaram outro que permitia, não só a retirada de civis, mas também de combatentes rebeldes e famílias. Não é claro se este está ou não concluído. </p> <p>No terreno, a crise humanitária agudiza-se. Organizações não-governamentais, como a Cruz Vermelha esperam que a situação evolua e que possa continuar-se a retirada de civis, principalmente de doentes, feridos, crianças e mulheres.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">Rebels linked to al-Qaeda blamed for attacking buses involved in Aleppo evacuation deal <a href="https://t.co/mxr7yzraz5">https://t.co/mxr7yzraz5</a> <a href="https://t.co/eMgTtw2TKW">pic.twitter.com/eMgTtw2TKW</a></p>— Middle East Eye (@MiddleEastEye) <a href="https://twitter.com/MiddleEastEye/status/810479715941285888">18 de dezembro de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>