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O Samsung Galaxy Note 7 foi lançado com pompa e circunstância em agosto. Algumas críticas mais entusiastas anunciaram-no como o iphone killer. E não foram precisos muitos dias para que o smartphone da empresa sul-coreana se revelasse destruidor… mas de si mesmo.

Começaram a ser divulgados casos de que os aparelhos se incendiavam. Durante mês e meio a marca viveu um pesadelo, com vídeos de telemóveis queimados, queixas nas redes sociais e até proibições por parte das companhias aéreas. Acabou por decidir pôr fim à produção do Galaxy Note 7 e por retirá-lo do mercado.

Até 12 de dezembro, a empresa diz ter recolhido mais de 2,7 milhões das mais de 3 milhões de unidades vendidas.

Em setembro a Apple apresentou o iPhone 7, que, ao contrário do que muitos esperavam, não inovou em termos de design. E desiludiu por não ter entrada para auscultadores. Isto, porque a Apple decidiu apresentar os Air Pods, auscultadores sem fio e com ligação por bluetooth, que custam cerca de 180 euros. Os Air Pods foram motivo de várias piadas nas redes sociais.

O seu lançamento foi atrasado, mas ficaram disponíveis a tempo da época natalícia.

A Apple convidou a Nintendo para o lançamento do iPhone, depois do sucesso do jogo Pokémon Go. Lançado em julho, foi descarregado mais de 900 mil vezes logo no primeiro dia. E houve 5 600 000 de downloads no terceiro dia.

A 15 de dezembro, a Nintendo lançou o Super Mario Run na App Store e bateu o recorde de downloads: 10 milhões no primeiro dia, ultrapassando o Pokémon Go. Mas quando falamos de faturação, o novo jogo do Super Mario, para smartphones, fica bem atrás dos monstrinhos.