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Homenagens conjuntas a Debbie Reynolds e Carrie Fisher


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Homenagens conjuntas a Debbie Reynolds e Carrie Fisher

Debbie Reynolds morreu um dia depois da filha, Carrie Fisher.

Nasceu no seio de uma família batista nazarena que acreditava que filmes eram coisa de pecado e, portanto, queria ser professora de ginástica.
Em 1948 é eleita Miss Burbank.
Acabou contratada pela Warner Brothers e o pecado seria não ter sido actriz. No Passeio da Fama, em Hollywood, Gregg Donovan, que se auto-intitula Embaixador Não Oficial de Hollywood, diz: “Debbie Reynolds, a miúda da porta ao lado. “A Flor do Pântano”, “Os Milhões de Molly Brown”, em que ela entrou. E a filha ter morrido ontem e ela hoje, é incrível, o pior ano de Hollywood de que me lembro, este 2016.”

As homenagens à filha, a eterna Princesa Leia, estenderam-se à morte de Reynolds.
Serenata à Chuva é decerto o filme mais conhecido em que entrou na década de 50 e Hollywood é um firmamento de estrelas eternas, em que nenhuma é esquecida passe o tempo que passar e em que o cinema ganha mesmo sobre a morte.

“Quanto à morte de Debbie, vejamos, há algum final mais adequado? Assistiu à morte da filha, é uma família de Hollywood. Há final mais hollywoodesco do que irem as duas juntas na direcção do pôr do sol?”, diz um dos fãs de Star Wars numa concentração com o intuito de homenagear Carrie Fisher.

Um pôr do sol que incluiu a passagem de Carrie Fisher por galáxias muito, muito longínquas e, muito antes disso, musicais de ritmo milimétrico e de um sucesso gigantesco para Debbie Reynolds.

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