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O conto de fadas de Ban Ki-moon

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De  Nara Madeira
O conto de fadas de Ban Ki-moon

<p>Ban Ki-moon despediu-se, esta sexta-feira, do “quartel-general” das Nações Unidas, em Nova Iorque. </p> <p>O sul-coreano parte para outras aventuras que poderão passar, quem sabe, pela candidatura à Presidência do seu país, que se encontra numa grave crise política. Ban Ki-moon não descarta a possibilidade. </p> <p>Para já disse adeus à equipa com a qual trabalhou nos últimos anos. No adeus à <span class="caps">ONU</span> mostrou-se agradecido, com algum humor: </p> <p>“Eu tenho sido a voz das pessoas sem voz, defensor das pessoas indefesas, e é preciso que continuem a fazer isso. Foi um privilégio servir o povo do mundo e foi uma honra servir, convosco e com todos os nossos parceiros, incluindo os Estados-membros, a sociedade civil e muitos mais. Agora, sinto-me um pouco como a Cinderela. À meia-noite, tudo muda”, brincou Ban Ki-moon. </p> <p>Às 00h do dia 1 de janeiro de 2017 António Guterres é o novo Secretário-geral das Nações Unidas. </p> <p>O antigo Primeiro-ministro português, e ex-Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados tem desafios grandes a superar, mas foi mandatado, por unanimidade para esta tarefa.</p>