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Itália: morte de migrante gera distúrbios em campo de acolhimento


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Itália: morte de migrante gera distúrbios em campo de acolhimento

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Em Itália, a calma já regressou ao centro de acolhimento de migrantes no norte do país onde esta segunda-feira teve lugar uma revolta.

Os distúrbios começaram após a morte de Sandrine Bakayoko, uma migrante originária da Costa do Marfim.

Segundo o testemunho de vários migrantes, Sandrine teria desfalecido na casa de banho e o alarme foi dado de imediato. No entanto, os serviços de emergência teriam apenas chegado horas mais tarde o que resultou na morte da migrante marfinense à chegada ao hospital.

Alguns residentes locais apontam o dedo aos migrantes não hesitando em responsabilizá-los.

“Foram eles que criaram a confusão. Do que me pude aperceber, colocaram mesas em frente aos portões e atearam uma fogueira. Ouvi vários gritos. Foi uma grande confusão!”, disse um residente da área.

“Têm que se ir embora, têm que os mandar para casa. Não os deixar sair de lá. Ponto final!”, afirmou um outro residente local.

De acordo com as autoridades, os resultados da autópsia revelaram que Sandrine teria morrido de uma embolia pulmonar.

Durante a revolta, os migrantes bloquearam por várias horas a saída de 25 voluntários que acabariam por ser libertados pela polícia às primeiras horas da madrugada de terça-feira.

O campo de migrantes, instalado em antigas instalações militares, abriga de momento 1400 pessoas, um número sete vezes superior à população da vila local mais próxima.

A maioria dos migrantes é originária da África subsariana.

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