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EUA: Serviços secretos suspeitam que Moscovo tem informações comprometedoras sobre Trump


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EUA: Serviços secretos suspeitam que Moscovo tem informações comprometedoras sobre Trump

Moscovo garantiu esta quarta-feira que não tem qualquer material comprometedor sobre Donald Trump, o presidente eleito dos Estados Unidos, ou sobre a democrata Hillary Clinton. Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin,
afirmou que a existência de um eventual dossier com informações sensíveis sobre os dois norte-americanos é um “disparate total”.

Estas declarações surgem de ter sido revelado que os serviços secretos norte-americanos suspeitam que Moscovo tem informações comprometedoras sobre Donald Trump. Esta informação consta do relatório sobre sobre a ingerência russa nas eleições presidenciais que foi entregue a Barack Obama e a Trump. Ainda não há certezas sobre a veracidade destas informações, mas ao que tudo indica são dados pessoais e financeiros comprometedores.

O presidente eleito, mais uma vez no Twitter, voltou a afirmar que se trata de uma caça às bruxas.

De acordo com os meios de comunicação social norte-americanos, pelo menos parte desta informação foi foi obtida por um ex-agente do serviço de informações britânico MI6, que esteve colocado em Moscovo na década de 1990 e agora tem uma empresa privada.

Apesar de serem informações consideradas credíveis, o FBI ainda está a tentar confirmar e a apurar veracidade destes factos. Os novos dados juntam-se aos divulgados na semana passada sobre as ingerências russas no processo eleitoral de novembro.

James Clapper, diretor dos serviços secretos norte-americanos, explicou que “acreditamos que Vladimir Putin, ordenou uma “campanha de influência” durante as eleições de 2016. O objetivo dessa campanha foi mina a confiança pública no processo democrático dos EUA. Putin e o governo russo também desenvolveram uma clara preferência pelo presidente eleito Trump. A Rússia quis ajudar a eleição de Trump criando uma campanha de descredibilização da secretária Clinton”.

De acordo com o relatório dos serviços secretos norte-americanos, Trump e a equipa que o rodeia aceitaram um fluxo regular de informações vindo Kremlin, inclusive sobre o Partido Democrata e outros rivais políticos.

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