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Zona Euro: Confirma-se a retoma económica mas inflação sobe

Impulsionada pela política de estímulos do Banco Central Europeu (BCE), a zona euro confirma a sua retoma económica.

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Zona Euro: Confirma-se a retoma económica mas inflação sobe

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Impulsionada pela política de estímulos do Banco Central Europeu (BCE), a zona euro confirma a sua retoma económica.

Segundo os dados do Eurostat, em 2016, a economia da zona euro cresceu 1,7%, o que marca uma desaceleração face aos 2% do ano anterior. Mas no final do ano, o desempenho acelerou e foi robusto.

Entre outubro e dezembro, o PIB progrediu 0,5%, em termos trimestrais, e 1,8% em termos homólogos, tal como no trimestre precedente.

Os dados do crescimento ainda não são suficientes para fazer baixar o desemprego de forma significativa, mas o número de desempregados na união monetária continua a recuar.

Para o mês de dezembro, o Eurostat revela uma taxa de 9,6%, contra 10,5% um ano antes. É o valor mais baixo desde maio de 2009.

Portugal, de acordo com o gabinete europeu de estatística, regista o terceiro maior recuo entre os Estados membros da União Europeia.

Em termos anuais, a taxa baixou dois pontos percentuais e está nos 10,2%. Mas entre os jovens portugueses de menos de 25 anos, a taxa de desemprego é de 26,6%, muito acima da média europeia.

Quanto à inflação na zona euro, a taxa anual aproxima-se da meta de 2% fixada pelo BCE. Está em máximos de quase quatro anos.

Em janeiro, a taxa de inflação homóloga era de 1,8%, sete décimas mais do que em dezembro. Mas excluindo a energia e alimentos processados, a medida seguida pelo BCE, a taxa mantém-se estável nos 0,9%.

A subida da inflação deve-se em parte à energia, que em termos anuais disparou mais de 8%. Para já os analistas não esperam uma mudança da política do BCE.