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Confrontos e resistência passiva no despejo do colonato de Amona


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Confrontos e resistência passiva no despejo do colonato de Amona

Confrontos e resistência passiva no desalojamento do maior colonato israelita ilegal na Cisjordânia.

Pelo menos 16 polícias ficaram feridos por causa de pedras e liquido cáustico arremessados durante confrontos com dezenas de jovens judeus nacionalistas, que tentam impedir o despejo de 300 pessoas do colonato de Amona.

Dois civis também sofreram ferimentos, há vários detidos.

Após uma longa batalha legal, o supremo tribunal israelita decidiu em novembro que o colonato foi construído numa terra privada palestiniana e que as cerca de 40 famílias têm que sair.

Muitos colonos decidiram pela resistência passiva e recusam sair das suas casas.

“Ninguém vai agredir a polícia, concordámos previamente neste ponto, ninguém vai forçar. Eu peço às autoridades para não exercerem violência. Por outro lado, vão ter de me arrancar daqui, porque vocês estão a arrancar-me daqui, esta é a minha casa”, diz uma mulher.

O despejo acontece horas depois do governo autorizar a construção de mais casas em território palestiniano.
Muitos países consideram ilegais os colonatos israelitas.

Israel defende o contrário com base em questões de segurança e ligações históricas e políticas às terras.

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