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Segurança apertada e componente política marcam Berlinale deste ano


Alemanha

Segurança apertada e componente política marcam Berlinale deste ano

Como nos filmes. Apertadas medidas de segurança em torno do Festival de Cinema de Berlim que abre portas esta quinta-feira.

O atentado com um camião num mercado de Natal da capital alemã deixou as autoridades em alerta máximo.

Entre os cerca de 400 filmes que participam na edição deste ano da Berlinale destaca-se uma grande componente política.

Para alguns é um reflexo do real. “A industria cinematográfica está a ser influenciada por uma certa incerteza política mundial, como toda a gente. Mas em particular, porque a industria dos filmes é verdadeiramente global, quero dizer, depende dos talentos, dos produtos e serviços que podem passar fronteiras e que agora estão em perigo, dadas as políticas que estão a ser lançadas pelo presidente Donald Trump”, explica Scott Roxborough, do jornal ‘Hollywood Reporter’.

Nesta 67a edição há uma forte presença lusófona. Películas portuguesas, são 5 – 4 curtas e a longa-metragem ‘Colo’, de Teresa Villaverde – e 12 brasileiras, com os holofotes virados para ‘Joaquim’, de Marcelo Gomes, que retrata Tiradentes, o herói da consciência política brasileira face ao império colonial português.

Para abrir a mostra, vai ser projetado ‘Django’ do holandês Paul Verhoeven, realizador de ‘Basic Instinct’. O filme aborda a história de Django Reinhardt, famoso guitarrista e compositor na Paris ocupada pelos nazis em 1943.

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