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#LigaPortuguesa J21: Benfica de vento em popa, FC Porto mantém pressão e Sporting treme


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#LigaPortuguesa J21: Benfica de vento em popa, FC Porto mantém pressão e Sporting treme

O Benfica teve honras de abertura da jornada, na sexta-feira, no jogo de despedida de Lito Vidigal como treinador do Arouca (vai orientar o Maccabi Tel Aviv, de Israel). Andre Carrillo foi a surpresa de Rui Vitória, no “11”, e o peruano fez sorrir o treinador com a estreia na Luz a marcar de águia ao peito.


O Arouca deslocou-se a Lisboa com uma estratégia pensada para estancar o meio-campo “encarnado”. Não resultou. Aos 25 minutos, Jonas recuou, descaiu para a direita, cruzou e Mitroglou abriu o marcador.

O brasileiro a assistir e o grego a finalizar deitaram por terra a resistência dos visitantes. Aos 35, porém, foi Eliseu quem surgiu pela esquerda a assistir para o bis de “Mitrogolo”: 10 golos do grego na Liga portuguesa.


À beira do intervalo, Mateus escapou-se bem aos centrais do Benfica, Ederson saiu fora de tempo, derrubou o avançado do Arouca e foi expulso. Entrou Júlio César, saiu Mitroglou, talvez com Rui Vitória já a pensar na Liga dos Campeões (o Benfica recebe terça-feira o Borussia de Dortmund).

Na segunda parte, as “águias”, com menos uma “garra” em campo, entraram mais retraídas. Ainda assim, logo aos 49 minutos, obra de arte de Carrillo a passe de Pizzi: 3-0.


O Arouca reclamou a não marcação de um e pouco depois foi Júlio César a evitar um autogolo de Nélson Semedo. Jonas ainda cedeu o lugar a Jimenéz.

O Benfica controlou a vantagem no marcador, reforçou a liderança e está um jogo mais perto de chegar ao tetracampeonato. O Arouca mantém-se a meio da tabela.

Soares impulsiona FC Porto

Cerca de 24 horas depois, o FC Porto entrou em campo em Guimarães, pressionado a não deixar fugir o Benfica. Depois de se estrear com um golo diante do Sporting, Soares manteve-se no “11” e reencontrou a equipa onde brilhou na primeira metade da época.

Os vimaranenses, sem poder contar com Marega e Hernâni, cedidos pelos “dragões”, estrearam o colombiano Guillermo Celis, cedido pelo Benfica até final da época.

O jogo começou intenso e dividido, foi desequilibrado tal como uma semana antes por Soares. O novo “Derlei” do FC Porto aproveitou um remate nas “orelhas da bola” de André Silva para abrir o marcador.


O FC Porto surgiu melhor na segunda parte, jogando em contra-ataque e Douglas brilhou na baliza dos anfitriões. Aos 85 minutos, Diogo Jota apanhou a defesa vimaranense em contra-ataque e assinou o 0-2.


Os “dragões” recolocam-se a um ponto do primeiro lugar, estão há 18 jornadas sem perder e há cinco a ganhar. O Guimarães está mais longe do quarto lugar e tem o sexto mais perto, a três.

Sporting vence sobre a brasas

Depois da derrota no Dragão, o Sporting apresentou-se em Moreira de Cónegos determinado em regressar ao trilho das vitórias. Ainda assim, Jorge Jesus foi conservador e resistiu a dar sangue novo à equipa titular.

Conhecedor a fundo da equipa leonina, Augusto Inácio montou uma estratégia que dificultou ao Sporting a organização ofensiva. Gelson era o “abre-latas” habitual procurado pelos colegas, mas Rebocho, lateral-esquerdo formado pelo Benfica, estava preparado.


Aos 17 minutos, balde de água fria sobre Jorge Jesus. Lançamento longo para as costas da defesa “leonina”, Coates toca de cabeça em esforço e, na disputa pela posição, Bruno César foi mais forte que Dramé, tocou na bola de forma acidental com um braço e traiu Rui Patrício: autogolo!

Os “leões” tremeram e ainda mais dificuldades sentiram em organizar o jogo ofensivo. Aos 38 minutos, de cabeça, imagine-se, Gelson obrigou Makaridze a grade defesa.


Quase de imediato, o guarda-redes georgiano pouco podia fazer no remate de Alan Ruiz, desviado para o empate por um defesa da casa. O Sporting respirava de alívio, mas por pouco tempo.

Um erro de cálculo de Rui Patrício provocou um lance que o árbitro entendeu ser penálti. Cauê repôs o Moreirense a ganhar antes do descanso.


O Sporting entrou forte na segunda parte, impulsionado — coisa rara — por Alan Ruiz. Aos 64 minutos, dJesus mexeu tarde, mas atempadamente: Daniel Podence susbtituiu Bryan Ruiz.


O “miúdo” mexeu com a equipa e quatro minutos volvidos rematou ao poste, na recarga, Bas Dost empatou o jogo — o holandês já leva 17 golos no campeonato.


O Moreirense estava nas cordas e o Sporting, motivado. Aos 73 minutos, jogada envolvente pela meia-direita, Schelotto serviu e Adrien atirou pra o 2-3.


Dramé quase reempatou na resposta, mas o chapéu a Rui Patrício foi à barra. O Sporting segurou os três pontos, volta a ficar a 10 do primeiro lugar e agora com três à frente do Sporting de Braga.


Recém campeão da Taça da Liga, o Moreirense ficou quatro pontos acima da linha de água.

Braga atrasa-se na luta pelo pódio

Os “guerreiros” do Minho entraram no relvado do Bessa já a saber do triunfo do Sporting e, aos nove minutos, marcaram, por Stojiljkovic. O Boavista empatou ainda na primeira parte, com um penálti de Fábio Espinho.

No sábado, à hora de almoço, o Feirense foi a Tondela conquistar os três pontos, com um único golo de penálti, de Tiago Silva, aos 82 minutos.

Em Setúbal, Vitória e Desportivo de Chaves não foram além do nulo. Ao início da noite, o Estoril recebeu o Paços de Ferreira e, dez jornadas depois, voltou às vitórias.

Ao intervalo, o resultado estava fechado. Lica deu vantagem aos “canarinhos”. O ganês Barnes Osei empatou para os “castores”, mas pouco depois da meia hora, um autogolo de Pedro Monteiro confirmou o triunfo do Estoril.

No domingo, o Belenenses deslocou-se à Choupana, na Madeira, e chegou ao intervalo a perder. o venezuelano Aristeguieta abriu o marcador para o Nacional. Na segunda parte, o espanhol Ortuño empatou.

No fecho da jornada, o Marítimo foi a Vila do Conde, esta segunda-feira, empatar a zero e ganhar mais um ponto na luta por um lugar europeu.

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