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Quem foi São Valentim?

Há muitas teorias sobre quem terá sido São Valentim, no entanto não há conclusões irrefutáveis.

Oficialmente reconhecido pela Igreja Católica Romana, São Valentim é conhecido por ser uma pessoa real que terá morrido por volta de 270 dC.

A verdadeira identidade foi, no entanto, questionada, em 496, pelo Papa Gelásio I, que se referia ao mártir e aos seus atos como “conhecidos somente por Deus”.

Um relato, do século XV, descreve Valentim como sendo um sacerdote do templo, em Roma, que foi decapitado, a mando do imperador Cláudio II, por celebrar o matrimónio entre casais cristãos.

Outro documento, refere-se a Valentim como sendo um bispo de Terni, martirizado, também, por Cláudio II, nos arredores de Roma.

Por causa das semelhanças dessas contas, é pensou que eles podem se referir à mesma pessoa.

A verdadeira identidade de São Valentim continua envolta em mistério ao ponto de a Igreja Católica ter interrompido a sua veneração litúrgica, em 1969. Permanece, no entanto, na lista oficial de santos reconhecidos pelo Vaticano.

A data de São Valentim

Geoffrey Chaucer, escritor inglês do século XIV, foi um dos primeiros a estabelecer uma ligação entre o dia 14 de fevereiro e o romance. Chaucer referiu que este seria o dia em que, tradicionalmente, as aves escolhiam os parceiros para acasalar.

Há quem defenda, no entanto, que a celebração do dia dos namorados estaria ligada às festividades em honra de Juno Februa, deusa romana da Paixão Amorosa. Até agora, não se conseguiu atestar a veracidade desta teoria.

A celebração do dia se São Valentim, ou o Dia dos Namorados é, hoje em dia, uma tradição à escala mundial, impulsionada pela cultura dos Estados Unidos da América.

Segundo a Federação Nacional de Retalhistas, cada consumidor norte-americano gasta, em média, cerca
de 147 dólares (138 euros) para celebrar a efeméride.