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Se as eleições legislativas na Holanda fossem hoje, Geert Wilders, da extrema-direita, poderia ser eleito primeiro-ministro.

De acordo com uma nova sondagem do Instituto Maurice de Hond, o Partido da Liberdade de Wilders, obteria 30 lugares no Parlamento, enquanto o Partido Popular para a Liberdade e Democracia, do atual primeiro-ministro, Mark Rutte, não iria além dos 24.

No entanto, nenhum teria a maioria absoluta, obrigando a coligações.

A maioria dos líderes dos partidos políticos afasta qualquer aliança com Geert Wilders devido às suas convicções anti-islâmicas e antissistema.

“Queremos fazer a nossa própria Holanda, fechar as nossas fronteiras e guardar todo o dinheiro que damos aos estrangeiros. Damos milhões para o desenvolvimento de África, para a Bruxelas, para Grécia, aos requerentes de asilo na Holanda… Vamos parar e devolver o dinheiro ao povo holandês que vive na Holanda”, afirmou Wilders, numa entrevista a uma televisão local.

A 15 de março, 28 partidos apresentam-se ao escrutínio dos holandeses. Mais de 1114 candidatos concorrem aos 150 lugares do Parlamento.

Com um cenário político tão disperso, os pequenos partidos assumem um papel preponderante na constituição de coligações para sustentar um Governo.

Com: AFP

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