Última hora

Em leitura:

Tillerson e Lavrov: Encontro a dois em Bona


mundo

Tillerson e Lavrov: Encontro a dois em Bona

É a estreia europeia do novo chefe da diplomacia dos Estados Unidos e a oportunidade, para ministros dos Negócios Estrangeiros dos países mais poderosos do mundo, de ouvir de viva voz a mensagem da nova administração americana: Rex Tillerson é o principal foco de atenção na cimeira do G20 que começou esta quinta-feira em Bona, na Alemanha, onde está também o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov. A cimeira foi palco do primeiro encontro ao mais alto nível entre responsáveis dos dois países, desde a eleição de Donald Trump.

Lavrov não quer ouvir falar de um levantamento parcial das sanções: “Não discutimos sanções, porque elas são, simplesmente uma anomalia. Aqueles que as impõem devem reavaliar a eficácia delas, repensar se estão em linha com o que devem ser relações normais entre países e se as tentativas artificiais de politizar certas questões correspondem aos interesses internacionais desses países”, disse o MNE russo.

Rex Tillerson reforçou a necessidade de um entendimento entre os Estados Unidos e a Rússia. Pediu ainda que a Rússia respeite os compromissos quanto ao conflito na Ucrânia: “Nas questões em que não estamos de acordo, os Estados Unidos vão defender os interesses e valores da América e dos nossos aliados. Estamos à procura de um novo entendimento com a Rússia, mas esperamos que a Rússia respeite os compromissos assumidos com os acordos de Minsk e trabalhe para amenizar a violência na Ucrânia”.

A cimeira tem como anfitrião o novo ministro dos Negócios Estrangeiros, Sigmar Gabriel, e conta com os chefes da diplomacia dos países mais industrializados do mundo e de um conjunto de economias emergentes.

Há pontos de vista diferentes para cada história: a Euronews conta com jornalistas do mundo inteiro para oferecer uma perspetiva local num contexto global. Conheça a atualidade tal como as outras línguas do nosso canal a apresentam.

mundo

Conflito israel-palestiniano: Trump admite solução de um só estado