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Em Tegucigalpa, nas Honduras, uma manifestação, quinta-feira (2 de março), para assinalar o primeiro aniversário do assassinato de uma ambientalista terminou com alguns confrontos com a polícia.

Berta Caceres, de 43 anos, que lutou contra a construção de centrais hidroelétricas e a abertura de minas em território dos indígenas, foi morta a tiro, em La Esperanza, em maio de 2016.

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