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Iraque: denúncias de uso de armas químicas em Mossul


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Iraque: denúncias de uso de armas químicas em Mossul

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As forças iraquianas progridem na ofensiva para reconquistar o oeste de Mossul, bastião dos extremistas do Estado Islâmico no norte do país. O Exército terá chegado já à parte velha da cidade e cercado o complexo governamental, no bairro de Al Dauasa.

Mas a intensificação dos combates tem piorado a situação humanitária, com um forte aumento no êxodo de civis e mesmo denúncias de uso de armas químicas.

A porta-voz do Comité Internacional da Cruz Vermelha no Iraque, Sara al-Zawqari, diz que “desde 1 de março, as equipas médicas receberam 15 pessoas com sinais de algum tipo de exposição a agentes químicos, como bolhas [na pele], tosse, vómitos ou vermelhidão nos olhos”.

Segundo a Organização Internacional para as Migrações, mais de 45.000 pessoas fugiram de Mossul desde o início da ofensiva para retomar o oeste da cidade, a 19 de fevereiro.

Entre os que escapam da cidade, também há referências a armamento químico. Este iraquiano afirma que fugiu porque “o Exército disse ter informações sólidas de que o Estado Islâmico ia realizar ataques com armas químicas”.