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Merkel responde à acusação de nazismo de Erdogan


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Merkel responde à acusação de nazismo de Erdogan

Surgiu a resposta alemã à acusação de nazismo proferida pelo presidente turco Erdogan.

A chanceler Angela Merkel declarou que não existe justificação para comparar a Alemanha atual ao regime nazi e que tais propósitos apenas servem para banalizar as atrocidades e o sofrimento das vítimas.

Numa espiral de deterioração das relações entre Ancara e Berlim, por causa do cancelamento dos comícios de apoio a Erdogan na Alemanha, Merkel fez referência ao amordaçamento da liberdade de imprensa na Turquia.

“Existem profundas diferenças de pontos de vista entre a Alemanha e a Turquia sobre a liberdade de imprensa e de expressão, sobre o destino de mais de 100 jornalistas detidos na Turquia – e o destino do nosso compatriota, o jornalista Deniz Yücel”, declarou Merkel.

Praticas nazis à parte, como tantos outros, Deniz Yücel, detido, é acusado de propaganda terrorista.

A Turquia de Erdogan é responsável por quase um terço das atuais detenções de jornalistas no mundo, de acordo com o Comité para a Proteção de Jornalistas.

Muitos analistas consideram que Recep Tayyip Erdogan serve-se, em parte, da tentativa de golpe de Estado do ano passado para perseguir dissidentes, opositores e jornalistas.

O referendo sobre a atribuição de poderes executivos ao Presidente está marcado para 16 de abril.

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