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EUA: Elas contra Trump no "dia sem mulheres"


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EUA: Elas contra Trump no "dia sem mulheres"

O dia internacional da Mulher foi um dia “sem mulheres” nos EUA.

Milhares ausentaram-se do trabalho para participar nos protestos simbólicos ao longo do país, para denunciar a política de Donald Trump e alertar para a discriminação que persiste ao nível de salários e direitos, como o do aborto.

Em Washington, centenas desfilaram contra uma lei da nova administração que limita a possibilidade de clínicas estrangeiras poderem propor abortos em solo norte-americano.

Segundo a líder Democrata no Congresso, Nancy Pelosi:

“Se eu mandasse no mundo, uma coisa que iria melhorar o futuro seria a educação das raparigas. Não apenas aqui nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. Pois o mundo avança quando uma mulher avança”.

Em Nova Iorque, milhares de mulheres desfilaram igualmente para denunciar as políticas e os comentários sexistas do novo presidente norte-americano.

“Estamos a começar a ser uma nação que se levanta para defender os interesses de todos. É apenas triste que neste dia e a esta idade ainda precisemos de o fazer. Estou orgulhosa de ver tanto apoio e entreajuda”, afirma uma manifestante.

Outro ativista sublinha, “estou aqui para apoiar a minha mulher, as minhas filhas e as minhas netas. A minha reação é um pouco emocional pois penso que é algo extremamente importante com a liderança que temos atualmente”.

Os desfiles do “dia sem mulheres” ocorrem semanas depois do “dia sem imigrantes”, em fevereiro, ter igualmente denunciado as novas políticas da Casa Branca.

As marchas incluem-se na vaga de protestos que, desde novembro, levou centenas de milhares às ruas para protestar contra a eleição do novo presidente norte-americano.

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