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Chuvas e inundações semeiam a morte no Peru


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Chuvas e inundações semeiam a morte no Peru

È um dos piores desastres naturais das últimas décadas no Peru – chuvas torrenciais, inundações e deslizamentos de terras.

Subiu para 62 o número de mortos do mau tempo desde dezembro, depois de terem sido registadas mais 12 fatalidades nos últimos três dias.

20 das 25 regiões do país estão a ser afetadas pela pluviosidade anormal que as autoridades atribuem a um El Nino costeiro, temperaturas anormalmente elevadas do Pacífico, especialmente para esta altura do ano.

O fenómeno já afetou mais de meio milhão de pessoas, seis mil casas ficaram destruídas.

“Tudo, tudo está inutilizado. Não há cama, nada lá dentro. Está cheio de água. Não há sítio para a água escoar”, diz uma mulher em frente à sua casa.

“Não há aulas no distrito de Nuevo Chimbote, continua a existir meio metro de água em 40 escolas públicas. Não temos luz e também falta água potável porque o canal que fornece a água foi bloqueado no Rio Lacramarca. Há perturbações no tráfico rodoviário porque temos estradas inundadas e não podemos para outro sitio sem ser Chimbote”, explica o presidente da câmara de Nuevo Chimbote, Valentin Fernandez.

Onze províncias estão com o estado de emergência declarado. As autoridades mobilizaram as forças armadas para dar assistência às populações.

O Centro Nacional de Operações de Emergência anunciou que as chuvas deverão continuar até abril.

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