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Síria: Economia de Hama renasce dos destroços


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Síria: Economia de Hama renasce dos destroços

Hama, era a terceira cidade industrial da Síria, mas já ultrapassou Damasco e Aleppo – já que a economia destas cidades foi atingida pelo conflito. Para que as fábricas possam trabalhar são necessárias matérias primas, mas este acesso nem sempre é fácil já que o regime sírio está sujeito a sanções internacionais.

Os fabricantes chineses vendem as máquinas. E, no caso de uma fábrica de sapatos de Hama, também prestam serviços pós-venda. O calçado fabricado também é exportado.

“As empresas chinesas fornecem vários equipamentos à Síria. A China é o país que ofereceu mais ajuda ao desenvolvimento industrial da Síria e está a reavivar a sua indústria, para que o país se possa voltar a desenvolver”, diz Muaz Khalouf, da Câmara do Comércio da Hama.

No Conselho de Segurança, a China e a Rússia opõem-se sistematicamente a sanções internacionais impostas contra Damasco. A China é o maior parceiro comercial da Síria. Segundo o embaixador chinês no país: o comércio entre os dois países representa por 80% do comércio externo da Síria.