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As soluções da CeBIT para conetar tudo à nossa volta


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As soluções da CeBIT para conetar tudo à nossa volta

Um dos conceitos a reter nesta edição da CeBit é, sem dúvida, a conetividade. Mas o trabalho em rede coloca questões a nível da segurança.

Por isso, a japonesa KDDI recorre à tecnologia utilizada para encriptar as comunicações dos smartphones. O chairman, Tadashi Onodera, explica-nos que “numa era que é da ‘internet das coisas’, estima-se que os dispositivos conetados serão dez mil vezes mais. Ou seja, a questão da cibersegurança vai tornar-se muito mais relevante. Os cartões SIM normalmente utilizados nos telemóveis e nos smartphones serviram para o nosso centro de pesquisa e desenvolvimento criar um novo sistema de segurança nesta era da ‘internet das coisas’”.

A também nipónica Fanuc Corporation propõe um sistema de inteligência artificial que coneta robôs e diferentes ferramentas para tornar a sua atividade mais eficiente.

“Mesmo com todas as capacidades que se têm desenvolvido nos robôs e nas máquinas, a verdade é que cada unidade só consegue fazer uma determinada quantidade de trabalho. Com os humanos, se pusermos duas ou três pessoas a trabalharem em conjunto, vamos obter mais eficiência. O mesmo se aplica nos robôs e nas ferramentas. A conetividade, a produção conjunta no âmbito de um sistema, pode multiplicar a eficiência por dois ou três”, diz-nos Yoshiharu Inaba, o diretor executivo.

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