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Violência na Síria ensombra diplomacia em Genebra


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Violência na Síria ensombra diplomacia em Genebra

Forças governamentais sírias prosseguem com ataques de artilharia e aéreos sobre Jobar e Al-Qaboun, nos subúrbios de Damasco, para retomar áreas perdidas nos últimos dias, em que os confrontos com a oposição se intensificaram.

São os avanços dos insurgentes em Damasco, mesmo que efémeros, em resposta às perdas rebeldes provocadas pelo avanço das forças governamentais um pouco por toda a Síria.

Um crescendo de violência no terreno a ensombrar a quinta ronda de negociações para a paz em Genebra, sob a égide das Nações Unidas, agora com olhos postos em Astana, ou seja, na Rússia, Turquia e Irão: “As nossas expectativas, e veemente sugestão, são que os garantes do processo de Astana retomem o assunto em mãos e, esperamos, haja mais uma reunião em Astana o mais depressa possível para que se controle a situação, que a esta altura é preocupante”, declarou esta sexta-feira Steffan de Mistura, enviado especial das Nações Unidas, depois de encontros separados com o representante governamental sírio, Bashar al-Jaafari, e com o representante da oposição, Nasr al-Hariri, em Genebra.

Desde terça-feira, segundo o Observatório Sírio para os Direitos humanos, rebeldes liderados por jihadistas recapturaram pelo menos 11 cidades e vilas na zona de Hama, a norte de Damasco, num dos maiores ataques em meses, com meios aéreos russos, em aliança com as forças leais ao presidente Bashar al-Assad, em ofensivas para suster as investidas das forças rebeldes.

Mesmo com as forças governamentais em vantagem no terreno, isto mostra o enorme desafio do exército sírio e aliados contra numerosas frentes.

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