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Homenagem aos desaparecidos no acidente do ferry Sewol


Coreia do Sul

Homenagem aos desaparecidos no acidente do ferry Sewol

Com Lusa

  • O ferry Sewol afundou-se a 16 de abril de 2014
  • Naufrágio ocorreu ao largo da ilha de Jindo
  • Autoridades realizaram cerimónia em memória de nove desaparecidos
  • Agência de notícias Yonhap diz que foram encontrados restos mortais de um dos desaparecidos
  • Uma das mais graves catástrofes marítimas na Coreia do Sul

Destroços recuperados três anos depois do acidente
Os destroços do ferry sul-coreano Sewol foram retirados do fundo do mar três anos após o dramático naufrágio que provocou 304 mortos, na maioria estudantes.

As televisões transmitiram a operação de resgate da embarcação de quase sete toneladas, uma manobra complexa e das mais importantes até agora realizadas para a retirada de um barco inteiro.


A recuperação da embarcação era uma reivindicação essencial das famílias das vítimas.

Familiares das vítimas observaram a operação a bordo de um navio, nas proximidades.

Crise política depois do naufrágio

O naufrágio traumatizou a Coreia do Sul e desencadeou a queda da Presidente Park Geun-Hye, destituída em dezembro pelo parlamento na sequência de um escândalo de corrupção, e num processo onde também foi acusada de negligência durante o naufrágio.

O drama foi essencialmente provocado por erros humanos.

O inquérito apurou ainda que o “ferry” demorou três horas a afundar-se, mas os que estavam a bordo não receberam qualquer ordem para o abandonar.

O capitão do ferry, Lee Jun-Seok, foi condenado a prisão perpétua por homicídio por negligência, e 14 membros da equipa cumprem penas de prisão entre os dois e os 12 anos.

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