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Dois ministros do Governo central para apaziguar os ânimos


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Dois ministros do Governo central para apaziguar os ânimos

Com AFP

O Governo francês enviou dois dos seus ministros ao território da Guiana, na Américal do Sul, para tentar acalmar os ânimos de uma população que vive frustrada com as condições de vida, marcadas por um nível de desemprego e taxa de criminalidade muito elevados, assim como por um acesso precário a insfraestruturas básicas, como o acesso a água potável.

O recém empossado ministro do Interior (Administração Interna), Matthias Fekl, e a ministra do Ultramar, Ericka Bareigts, deslocaram-se à Guiana para manter conversações com os sindicatos e os representantes dos movimentos sociais que lideram os protestos dos últimos dias.


Os residentes da Guiana ficaram a saber, entretanto, que uma parte das suas exigências iria ser satisfeita: o primeiro-ministro Bernard Cazeneuve, anunciou a criação de um tribunal e de um centro penitenciário, assim como a suspensão do fecho de um centro médico.

Por outro lado, a admninistração local anunciou um reforço do corpo nacional de polícia – mais 25 polícias e mais 23 gendarmes para a capital, Cayenne.

Uma tarefa complicada em Cayenne

Os dois ministros têm pela frente, no entanto, uma tarefa complicada. O ministro da Administração Interna disse estar pronto para encontrar-se com todos os que quisessem “construir, de forma serena, o futuro da Guiana.”

Paris diz que os ministros não partiram com um plano definido, mas com a intenção de ouvir os poderes locais. O Governo disse, em várias ocasiões, que queria assinar “um pacto ambicioso” o mais depressa possível.

No entanto, o Governo francês desmentiu as informações avançadas pelo Les Echos. O diário económico francês disse que os ministros poderiam acordar fundos na ordem dos 4 mil milhões de euros à Guiana, a distribuir pela próxima década.

Na passada terça-feira, registaram-se importantes manifestações no território. O poder local diz que marcaram presença cerca de 15 mil manifestantes.

Os sindicatos encaram os números como um apoio à decisão da greve geral ilimitada, que começou um dia antes.

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França

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