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Iraque: "número dois" do Estado Islâmico morto em raide aéreo


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Iraque: "número dois" do Estado Islâmico morto em raide aéreo

O “número dois” do grupo extremista Estado Islâmico no Iraque, Ayad al-Jumaili, foi morto num raide aéreo no oeste do país. A informação, proveniente dos serviços secretos do Exército iraquiano, foi avançada pela televisão estatal, que difundiu um vídeo da operação que resultou na morte do “braço direito” de Abu Bakr al-Baghdadi.

As forças iraquianas estão, ao mesmo tempo, envolvidas em intensos combates com os “jihadistas” em Mossul. Com o apoio da coligação liderada pelos Estados Unidos, o Exército iraquiano conduz, desde outubro, uma vasta operação para reconquistar o principal bastião do grupo extremista no país. Foi aqui que Baghdadi declarou o “califado” do Estado Islâmico há quase três anos e os “jihadistas” ainda controlam o oeste da cidade.

Segundo as Nações Unidas, perto de 290.000 iraquianos fugiram de Mossul devido aos combates. No campo de refugiados de Hamam al-Alil, a sul da cidade, um homem explica que escapou “aos raides aéreos e ao cerco do Estado Islâmico” que, diz, “humilhava” os residentes e impunha preços astronómicos nos alimentos. E acrescenta que “nunca [viu] uma guerra assim”.

A coligação que apoia o Exército iraquiano admitiu este sábado a morte de 229 “prováveis” vítimas civis desde o início da ofensiva no Iraque e na Síria, em 2014. Mas estes números não incluem uma série de bombardeamentos recentes e particularmente mortíferos no oeste de Mossul.

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