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Estudar no estrangeiro: Quais os países europeus mais atrativos?

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De  Euronews
Estudar no estrangeiro: Quais os países europeus mais atrativos?

<p>A Alemanha é o país europeu mais atrativo para os estudantes internacionais de ensino superior. Em segundo lugar, surge o Reino Unido e a Holanda fecha o pódio das preferências. Portugal surge na segunda metade do top20.</p> <p>A classificação de 2017 é revelada por um <a href="http://www.study.eu/article/the-study-eu-country-ranking-2017-for-international-students">estudo recente publicado</a> pela StudyEU e ordena os países europeus de acordo com a atratividade para os estudantes europeus prosseguirem o ensino além fronteiras nacionais.</p> <p>O estudo incluiu este ano 30 países europeus e baseou-se numa pontuação máxima de 100 pontos conseguida em três dimensões: vida e carreira, educação e custo.</p> <script id="infogram_0_classificacao_2017_dos_paises_mais_atrativos_para_estudantes_internacionais" title="Classificação 2017 dos países mais atrativos para estudantes internacionais" src="//e.infogr.am/js/dist/embed.js?U4K" type="text/javascript"></script></p> <p>A Alemanha conseguiu, de forma destacada, a melhor pontuação (83,2) ao disponibilizar um ensino de alta qualidade em muitas universidades de reconhecida qualidade. No total, a StudyEU tem listadas 154 universidades germânicas</p> <p>O Reino Unido também pontuou muito bem na reputação académica e no número de programas de ensino disponíveis, mas, dos 30, é o país que implica custos mais altos.</p> <p>Em Portugal, há apenas <a href="http://www.study.eu/country/portugal">três universidades listadas no estudo</a>, duas em Lisboa e uma no Algarve, cada qual com o seu programa de ensino em inglês.</p> <p>A Direção-Geral do Ensino Superior <a href="http://www.studyinportugal.edu.pt/index.php/application/internacional-students">disponibiliza informação oficial</a> para os estrangeiros que pretendam estudar em Portugal.</p> <h2>A “realidade” aplicada ao estudo: conhecer o interesse dos estudantes europeus</h2> <p>A <b>euronews</b> entrevistou quatro jovens europeus atualmente a estudar fora do respetivo país.</p> <h2>Como é ser um estudante estrangeiro no Reino Unido?</h2> <div style="float: none; clear: both; width: 100%; position: relative; padding-bottom: 56.25%; padding-top: 25px; height: 0;"> <iframe style="position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%;" src="https://www.youtube.com/embed/MJby4bAk858" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </div> <i>Video por Christina Bucher</i></p> <p>Johan Bark é originário da Suécia e escolheu uma escola de teatro no Reino Unido para prosseguir os estudos. A alta qualidade da educação, as oportunidades de carreira e a cerveja barata tiveram peso na decisão pela opção britânica. </p> <p>O custo de vida e das propinas levaram, no entanto, Johan a ter de contrair um empréstimo universitário de 40.000 libras (46,7 mil euros).</p> <h2>Como é ser um estudante estrangeiro na Holanda?</h2> <div style="float: none; clear: both; width: 100%; position: relative; padding-bottom: 56.25%; padding-top: 25px; height: 0;"> <iframe style="position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%;" src="https://www.youtube.com/embed/Sfqyl0A3pyY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </div> <i>Video por Dimitris Meletis</i></p> <p>Nura é originária da Alemanha e apesar de o seu país de origem ser o melhor classificado no estudo, ela decidiu tirar um mestrado na Holanda. </p> <p>A personalidade internacional do país e o máximo de programas de ensino em inglês entre os países de língua não oficial inglesa atrai muitos estudantes estrangeiros.</p> <p>Esta alemã de 25 anos considera o custo de vida na Holanda dispendioso, no entanto descreve como exageradas as críticas dos holandeses ao próprio clima porque até vê o sol a brilhar muitas vezes.</p> <h2>Como é ser um estudante estrangeiro na Eslovénia?</h2> <div style="float: none; clear: both; width: 100%; position: relative; padding-bottom: 56.25%; padding-top: 25px; height: 0;"> <iframe style="position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%;" src="https://www.youtube.com/embed/IH0NJDtlw5s" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </div> <i>Vídeo por Maja Žiberna </i></p> <p>A Grécia e a Eslovénia estão classificados no último grupo do estudo (21.° — 30.°), no entanto há quem decida dar a estes países uma oportunidade. Nos nossos dois últimos exemplos, ambos os entrevistados elogiam a qualidade do ensino e o baixo custo de vida como suficientes para ultrapassar a barreira da língua.</p> <p>Javier Sánchez Castro, de Espanha, está a estudar na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Liubliana. Está muito satisfeito, no geral, com a experiência até agora. Em especial, pelo “students boni”, um apoio que lhe permite comer por preços de estudante muitos razoáveis.</p> <h2>Como é ser estudante estrangeira na Grécia?</h2> <div style="float: none; clear: both; width: 100%; position: relative; padding-bottom: 56.25%; padding-top: 25px; height: 0;"> <iframe style="position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%;" src="https://www.youtube.com/embed/m_HYMLXjJ1U" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </div> <i>Vídeo por Ira Nikoletopoulou</i></p> <p>A canadiana Natalie Ryan está muito impressionada com o nível do programa do <span class="caps">MBA</span> Internacional da Universidade de Economia e Negócios de Atenas, um dos poucos programas de ensino em inglês na Grécia.</p> <p>“Tive oportunidade de conhecer pessoas muito simpáticas estando aqui”, diz-nos esta estudante de 34 anos, que está determinada a aprender a falar grego.</p> <h2>A pesquisa</h2> <p>No estudo da StudyEU, o ensino é considerado a dimensão mais importante na medida em que vale metade do total da classificação. Tem em conta a presença das universidades dos países em consideração nas classificações internacionais dos estabelecimentos de ensino, também os indicadores da qualidade do ensino e a disponibilidade de programas de ensino em inglês.</p> <p>Os países do top10 na classificação do ensino são muito similares, com os três primeiros a revelarem-se quase iguais.</p></p> <script id="infogram_0_classificacao_internacional_do_ensino_para_estudantes_estrangeiros" title="Classificação internacional do ensino para estudantes estrangeiros" src="//e.infogr.am/js/dist/embed.js?fA1" type="text/javascript"></script></p> <p>Pelo contrário, em termos de custos, só a Alemanha e a França, do top10 geral, aparecem entre os países melhor classificados entre (+30 pontos) os exigem um investimento mais razoável aos estudantes estrangeiros.</p></p> <script id="infogram_0_classificacao_por_custo_para_estudantes_internacionais" title="Classificação por custo para estudantes internacionais" src="//e.infogr.am/js/dist/embed.js?Ygx" type="text/javascript"></script></p> <p>O Reino Unido conquista a liderança na classificação de “vida e carreira”, seguido da Noruega e da Islândia.</p> <p>O resultado final (+20 pontos) para cada país foi estimado considerando a classificação no relatório das Nações Unidas para a felicidade mundial, a taxa de desemprego entre licenciados e a qualidade de vida no geral.</p></p> <script id="infogram_0_classificacao_2017_por_paises_pela_studyeu" title="Classificação 2017 por países pela Study.EU" src="//e.infogr.am/js/dist/embed.js?mzX" type="text/javascript"></script></p>