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Benfica displicente marca encontro com Vitória de Guimarães na final da Taça


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Benfica displicente marca encontro com Vitória de Guimarães na final da Taça

Quatro anos depois Benfica e Vitória de Guimarães voltam a encontrar-se na final da Taça de Portugal. Então o triunfo sorriu aos vimaranenses, orientados por Rui Vitória, agora o técnico está do lado dos encarnados e persegue o único troféu nacional que lhe falta conquistar de águia ao peito.

O Benfica carimbou o passaporte para a final com um empate a três frente ao Estoril e não se livrou de um enorme susto. A equipa canarinha, que tinha perdido em casa por 2-1, fez o mais difícil, chegou a empatar a eliminatória e a eliminação acaba por ser um castigo demasiado pesado para uma equipa que marcou por três vezes no Estádio da Luz.

Do lado dos encarnados, Rui Vitória promoveu uma revolução no onze e o resultado foi uma exibição displicente, com pouco acerto defensivo e muito pouca inspiração na hora de rematar à baliza. É verdade que o Benfica podia ter marcado bem mais que três golos, mas é justo dizer o mesmo do Estoril.

Passou a equipa com mais qualidade individual, mesmo que nunca tenha conseguido controlar o jogo.

Quem já tinha um lugar garantido na final de 28 de maio, no Jamor, era o Vitória de Guimarães, que também se fez valer da vantagem trazida da primeira mão para seguir em frente.

Tal como o Estoril, também o Chaves fez o mais difícil. Apesar de ter perdido por 2-0 em Guimarães, nunca abdicou de sonhar e quase foi recompensado. Chegou a estar em vantagem na eliminatória, quando Nuno André Coelho fez o 3-0 para os flavienses, mas essa vantagem durou apenas dois minutos.

Moussa Marega fez valer os seus dotes de goleador e apontou o tento de honra do Vitória, um tento que se revelou decisivo por ter sido o único apontado fora de portas na eliminatória.

Apesar do balde de água fria, o conjunto de Ricardo Soares nunca baixou os braços mas a prometida recompensa nunca chegou. Chegou a estar bem à vista, sob a forma de uma grande penalidade ao cair do pano, mas Braga permitiu a defesa a Douglas. Um desfecho cruel mas o futebol é assim mesmo.

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